quinta-feira, 14 de março de 2013

Vinhas Ladeira da Santa



No dia 26 de setembro os alunos do 11ºPC dirigiram-se à Vinha da Ladeira da Santa (Vinho do dão), em S. João da Boavista, Tábua.
 

Esta visita tinha como objetivo aprendermos mais sobre a colheita dos cachos e o processamento do vinho.

A mesma teve início nas vinhas, onde nos foi explicado todo o processo desde a manutenção das vinhas até à colheita das várias castas.
As uvas depois de colhidas são transportadas para desengaçador (figura abaixo) em caixas plásticas furadas, para que não ocorra a fermentação alcoólica precoce. O desengaçador, é uma máquina que tira o engaço das uvas.

De seguida, os bagos vão para os tanques onde são esmagados, o sumo ficará em estágio e terá que ser mexido ao longo do dia. A sua temperatura tem de ser regulada através dos tubos metálicos reguladores da temperatura que se encontram dentro dos tanques.

Depois de ocorrer a fermentação, o vinho é transferido para as cubas onde ficam em estágio até serem colocadas nas garrafas.
O engarrafamento é feito com máquinas próprias, assim como o rolhamento e a rotulagem.

sexta-feira, 18 de maio de 2012


Cuétara

 No passado dia 9 de maio visitámos a fábrica da Cuétara (figura 1). Começámos por visualizar um filme (figura 2) a explicar um pouco da história da empresa e de como deveríamos andar dentro da fábrica (andar dentro das linhas amarelas inscritas no pavimento, andar “dois a dois” e não tocar em nada nem comer, …). De seguida vestimos as batas e as toucas (figura 3) e entrámos na fábrica e colocámos em prática as regras que nos foram transmitidas.



A fábrica tem um grande armazém onde são armazenados em silos os ingredientes utilizados em maior quantidade, o açúcar e a farinha, que são transportados para as amassadeiras através de tubos que estão ligados a uma balança eletrónica. Nesse armazém também observámos canela e gema de ovo em pó, entre outros. Nas amassadeiras são colocados os ingredientes para serem misturados e preparar a massa. As bolachas do tipo “normal” são processadas de forma diferente das waffles. As bolachas “normais” são prensadas por uma espécie de rolo da massa, são cortadas por moldes e o excesso de massa é reaproveitado. De seguida entram num forno com cerca de 60 metros, em cima de um tapete rolante, e passados aproximadamente 5 minutos saem já cozidas. De 15 em 15 minutos faz-se o controlo da qualidade, uma técnica retira um conjunto de bolachas ao acaso, pesa e mede para verificar se está tudo dentro dos conformes. Logo de seguida procede-se ao embalamento, são colocadas em caixas e aguardam a distribuição.

As bolachas waffles passam por um molde (o tamanho era idêntico a uma folha A3) e vão ao forno para de seguida serem colocadas em 3 camadas intercalando com creme. Depois são cortadas por uma lâmina e passam num frigorífico antes serem embaladas e colocadas em caixas para serem distribuídas.
 

Gonçalo Rasteiro e Pedro Simões

Sumol + Compal

No passado dia 9 de maio de 2012 fomos a Pombal com o intuito de visitar a empresa Sumol+Compal (figura 1).

Começámos a visita escutando um breve resumo da história da empresa e observando um mini museu com fotografias dos vários modelos de embalagens, das diferentes publicidades que foram feitas e de máquinas que antigamente eram utilizadas para descascar a fruta, bem como para encher e colocar a carica nas garrafas e até para controlar a qualidade (figuras 1, 2, 3, 4, 5, 6 e 7).






Ficámos a saber que a empresa tem 4 fábricas, a de Almeirim, a de Gouveia, a de Vila Flor e a que visitámos em Pombal. Fomos informados que esta última produz Sumol, Pepsi, Guaraná, 7´UP e  cerveja Tagus, e utiliza garrafas pet, garrafas de vidro de tara perdida e de tara retornável e latas. Nas outras fábricas produzem-se as polpas, os sumos embalados em cartão e é engarrafada a água Serra de Estrela e a água Frize.

De seguida dirigimo-nos ao interior da fábrica, devidamente equipados (figura 8), para observarmos os vários setores. Antes de ocorrer o enchimento das embalagens com o líquido, existem vários processos, como a transformação das pré-formas em garrafas pet, a lavagem das mesmas, e a pasteurização em flash do sumol, só depois destes processos é que ocorre o enchimento das embalagens com o líquido. Ocorre depois a rotulagem e de seguida o agrupamento em embalagens para serem colocadas em paletes. As paletes compostas vão seguir para o armazém e permanecem lá até seguirem para o seu cliente.

No caso das latas o processo é semelhante. As latas são lavadas, depois enchidas e há uma máquina que crava a tampa. De seguida são esterilizadas em túneis e passam por uma máquina que regista em cada uma o número do lote e o prazo de validade. De seguida são agrupadas e colocadas em paletes.

Relativamente às garrafas de vidro de tara renovável, observámos que as garrafas são muito bem lavadas e passam numa máquina que deteta substâncias que não tenham sido eliminadas. Posteriormente dá-se o enchimento e a rotulagem. Este processo é muito semelhante nas garrafas de tara perdida, excepto nas etapas iniciais.

Os processos são praticamente todos realizados por máquinas, que trabalham a um ritmo extremamente rápido permitindo que a empresa tenha uma rentabilidade enorme. Os técnicos controladores vão apenas corrigindo o que é necessário.

Pudemos ainda observar o novo laboratório de controlo da qualidade onde são feitas análises físico-químicas e organolépticas e testes às embalagens (figura 9). 
 

Mara Fabiana e Beatriz Morais


quarta-feira, 16 de maio de 2012

Cabaz de Páscoa
Com a aproximação da Páscoa resolvemos fazer rifas para vender, com o objetivo de angariar fundos para comprar materiais e para a realização da nossa viagem de finalistas.



sexta-feira, 11 de maio de 2012


Dia do empreendedorismo - 22 de março


Depois de já tudo pronto para venda, a Rita começou por fazer a massa dos crepes (recheados com compota de morango, abóbora, kiwi e maçã e outros com chocolate), enquanto que a Beatriz Morais e o Gonçalo começaram a fazer sumo natural de laranja (figura 1).

De seguida, a Patrícia, o Sérgio e a Inês foram para a rua vender os nossos produtos (figura 2). O que foi um sucesso!!! Pois tiveram de vir várias vezes repor o stock.

Atendemos alunos, funcionários e professores, alguns que vieram mesmo à procura das nossas compotas (figura 3).
Os produtos mais apreciados foram as compotas de laranja e de morango e os crepes.


Rita, Beatriz Mesquita, Catarina e Patrícia.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Processámos compotas de vários sabores (Maçã, Kiwi, Abóbora, Laranja, Laranja Lima e Morango) (figura 1).

Começámos por esterilizar o material, foi tudo esterilizado a temperaturas superiores a 121ºC, durante 20 minutos (figura 2).

As receitas que usámos foram as seguintes:

- Compota de kiwi (figura 3)
   1.      Descascar a fruta e pesá-la.
   2.      Juntar o açúcar e a canela.
   3.      Deixar cozer lentamente.
   4.      Deixar arrefecer e colocar nos fracos esterilizados.
Como já tínhamos processado esta compota anteriormente foi possível melhorar a qualidade.

- Compota de morango (figura 4)
    1.      Lavar e cortar os morangos.
    2.      Pesar os morangos.
    3.      Levar ao lume com o açúcar e a canela.
    4.      Deixar cozer lentamente o morango.
    5.      Ao fim de ter arrefecido colocar nos fracos esterilizados.
A compota de morango foi a primeira vez que a fizemos e correu muito bem.

- Compota de maçã (figura 5)
  1.      Lavar a maçã, cortar e tirar os caroços (deixar a casca).
  2.      Pesar a maçã.
  3.      Colocar ao lume com o açúcar e a canela.
  4.      Deixar cozer lentamente e arrefecer.
  5.    Colocar a compota nos fracos esterilizados.
Esta compota já também já tinha sido feita anteriormente e pudemos melhorar a sua qualidade.

- Compota de laranja lima (figura 6)
   1.      Descascar a laranja e pesar.
   2.      Colocar ao lume com o açúcar, a canela e sumo e casca de limão.
   3.      Cozer lentamente.
   4.      Deixar arrefecer e colocar nos fracos esterilizados.
Esta compota foi a primeira vez que efectuamos e estava muito boa.






- Compota de laranja (figura 7)
    1.      Descascar a laranja e pesar.
    2.      Colocar ao lume com o açúcar e a canela.
    3.      Deixar cozer lentamente e arrefecer.
    4.      Colocar a compota nos fracos esterilizados.






- Compota de abóbora (figura 8)
1.      Descascar a abóbora e pesar.
2.      Colocar ao lume com o açúcar, a canela e sumo e casca de laranja.
3.      Deixar cozer lentamente e arrefecer.
4.      Colocar a compota nos fracos esterilizados.

Mara, Susana, Pedro e Luis.










sexta-feira, 13 de abril de 2012


A nossa turma confecionou biscoitos de manteiga, chocolate e canela, que foram vendidos, no “Dia do Empreendedorismo”, com a finalidade de angariar fundos para a viagem de final de curso.

Na confeção dos biscoitos usámos:

·        Manteiga
·        Açúcar
·        Farinha
·        Ovo
·        e consoante o sabor juntámos limão, canela ou chocolate.

Juntaram-se os ingredientes e amassou-se muito bem até a massa ficar no ponto (figuras 1e 2).







De seguida esticaram-se pequenas quantidades de massa com um rolo para depois se fazerem as formas dos biscoitos (figuras 3, 4 e 5).


Seguidamente levou-se ao forno por cerca de 10 minutos, a 180ºC (figura 6).
Após serem cozinhados, deixou-se arrefecer para serem embalados em sacos com o peso total de 100g cada, foram selados e etiquetados com a informação do tipo de biscoitos, do nome do curso, dos ingredientes e da data de produção e do prazo de validade (Figuras 7, 8, 9 e 10).











Beatriz Morais, Gonçalo, Sérgio e Inês.